Alopécia androgenética – alterações no meu tratamento

alopecia androgenetica

Já falei aqui e aqui sobre os tratamentos que tenho feito para a alopécia androgenética, uma doença que afeta o cabelo e que o deixa mais fraco, menos denso, com mais queda e consequentemente menos cabelo. Depois de conviver com esta doença de cabelo há muitos anos já percebi que passo por fases, umas vezes com mais outras vezes com menos cabelo. E por norma estas fases estão relacionadas com períodos de mais ou menos stress, de melhor ou pior alimentação e até por medicamentos que tenho de tomar. É uma doença chata e que cede ao mínimo problema. Depois de ter feito alguns ajustes à minha terapêutica, senti necessidade de voltar ao Dr. Rui Oliveira Soares, depois de uma experiência menos boa com outra médica.

Alterações na medicação para a minha alopécia androgenética

Sinto que o Dr. Rui Oliveira Soares teve bastante paciência para mim. Após lhe explicar que estava a fazer uma terapêutica instituída por outra médica, ele colocou em causa o tratamento, nomeadamente em relação à flutamida, que pode dar algumas questões hepáticas graves mesmo antes de se fazer o habitual controlo nas análises de sangue (entretanto o medicamento já não está comercializado em Portugal). Nesta altura o tratamento que passei a fazer foi: dutasterida 0,5 mg 1 x dia (à noite), minoxidil tópico 1 x dia (à noite) e as cápsulas Anacaps Progressiv da Ducray (um suplemento alimentar). Voltou a deixar em aberto a questão do transplante capilar, mas disse que no meu caso o efeito pode não ser tão surpreendente como em pessoas que têm os fios de cabelo com um diâmetro superior. É algo que tem ficado sempre “em cima da mesa”, mas que tenho deixado andar precisamente pelo feedback que o médico me deu. Apesar de tudo, a minha densidade capilar à frente não é fabulosa (afinal passei muitos anos antes de ter encontrado esta consulta de cabelo especializada e acabei por perder bastante cabelo entretanto – daí a importância de uma consulta especializada o quanto antes!).

Este tratamento parece ter estabilizado um pouco a minha alopécia androgenética, mas achei que não foi um efeito tremendo, o tal efeito que eu já tinha experimentado antes! Sinto que é muito importante explicar que gerir as expectativas é o mais importante nesta doença. A terapêutica não tem a mesma eficácia para todas as pessoas, cada organismo responde de forma diferente e não devemos apenas comparar-nos com as terapêuticas que outras pessoas fazem. Devemos procurar muito mais saber de que forma as alterações à nossa medicação podem ou não trazer melhorias. Outra questão importante é que nós perdemos por completo a noção das melhorias que temos. Sei que hoje em dia tenho o dobro ou o triplo do cabelo que tinha há vários anos atrás, mas como agora esta já é a minha norma não me comparo com o que tinha / era antes. O mais importante é sentir que não tenho uma doença, e de facto as melhorias vs o início são brutais.

alopecia androgenetica

Após o meu período de burnout, o que mudou na alopécia androgenética?

Mais recentemente, após um período de burnout, fui-me bastante abaixo e por indicação médica tive de tomar um anti-depressivo para superar a situação laboral. Isto fez com que a queda se voltasse a acentuar e o cabelo ficasse mais fraco (e bastante estranho – na zona frontal fiquei com tão pouco cabelo que mal tinha a madeixa de cabelo da frente). Tive de mudar de anti-depressivo 2 vezes. A primeira vez porque estava a transpirar demasiado e a segunda vez porque estava a sentir o cabelo cada vez mais fraco. A última vez que mudei para um anti-depressivo de nova geração percebi que já não afetava o meu cabelo e isso deixou-me muito tranquila. Tal como já falei aqui, os anti-depressivos podem ter este efeito.

Por isso, na consulta com o Dr. Rui Oliveira Soares, voltámos a fazer um novo ajuste no tratamento de que vou falar em breve! Cada vez mais há vários ajustes que é possível realizar a estes tratamentos para a alopécia androgenética. E cada vez que faço um ajuste e olho para esta doença de uma forma holística, com atenção à alimentação e à gestão do stress (faço exercício 3x por semana), sinto melhorias tremendas! Estou a passar por uma fase excelente no meu cabelo!

Há muitas perguntas sobre o tratamento atual que faço e sinto que devo partilhar, com esta salvaguarda: aquilo que eu faço não tem de ser o mais eficaz para quem me lê! Por algum motivo as consultas não se fazem em grupo! As terapêuticas têm de ser instituídas de forma completamente individualizada! Esta é a terapêutica que está a funcionar comigo neste momento:

  • Espironolactona 50 mg 1 x dia (de manhã)
  • Finasterida 5 mg 1x dia (à noite)
  • Minoxidil cápsulas 1 mg 1 x dia (à noite)
  • Minoxidil tópico 1 x dia (à noite)
  • Dutasterida 0,5 mg 3x semana (2ª, 4ª e 6ª à noite)
  • Faço suplementos porque sinto que me dão uma ajuda extra – já falei aqui e aqui sobre os suplementos que estou a tomar.

Tens alopécia androgenética? Sentes que podes ter? Como a tens tratado?

Fotografia: Yellow Savages e Márcia Soares

Disclaimer: este tratamento foi-me prescrito após serem avaliadas as minhas características individuais pelo que não deves fazer um tratamento medicamentoso sem antes falares com um médico. Os medicamentos devem ser tomados sob vigilância médica. A automedicação pode ser nefasta para a tua saúde.

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30 comentários

  1. Célia diz:

    Olá Joana, obrigada pelas suas publicações, são extremamente úteis, adoro o seu blog! Poderia, por favor, partilhar o nome do antidepressivo de nova geração que não lhe provoca queda de cabelo? Muito Obrigada!

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Célia! Não posso dizer o nome comercial, mas apenas a substância ativa. Deve ser uma questão discutida no âmbito de uma consulta médica. Estamos a falar da vortioxetina. Tive de tomar durante o período em que estava a tratar o burnout. Neste momento já não estou a tomar. Um grande beijinho, Joana

  2. Bia diz:

    Olá, Joana,

    É curioso que hoje em dia os suplementos já são divididos entre os que se direcionam para queda reacional e queda progressiva. Achas que há, de facto, diferenças entre eles? Até há bem pouco tempo, se não me engano, não havia esta distinção.

    Adoro os teus artigos e tenho “consumido” vários produtos que sugeres. Infelizmente com o ecophane em pó não me estou a dar bem, só pelo facto de não tolerar o sabor 🙁

    Para finalizar, acho mt importante falares sempre em exercício físico, relacionado à queda de cabelo. Acho que há pouca consciência disso (falo por experiência própria).

    Um beijinho e continua com esta partilha tão boa!

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Bia! Obrigada pela tua questão! 🙂 Sim, pode haver algumas diferenças entre os suplementos. Os suplementos para “queda progressiva” estarão mais indicados em situações de alopécia androgenética, que são muito frequentes, mas na maioria dos casos as pessoas não conhecem a doença por esta designação, por isso é mencionado pelas marcas “queda progressiva”. Nesses casos observamos a inclusão de zinco ou a Serenoa repens reconhecidos por uma ação inibidora da 5 alfa-redutase, uma enzima profundamente implicada na queda capilar na alopécia androgenética. Também é comum nestes casos a dosagem de cistina ser mais elevada, como é o caso do suplemento Cystiphane. Um grande beijinho e obrigada pelas tuas palavras de incentivo! Joana

  3. Helena diz:

    Olá Joana. O meu nome é Helena e tenho queda de cabelo desde o 20 anos, ou seja, AAG. Estou atualmente a tomar o minoxidil oral 1 mg e passei por uma queda acentuada de cabelo no primeiro mês, o chamado shedding. Isso também aconteceu consigo? Quanto tempo demorou a recuperar a densidade capilar? Obrigada e parabéns pelo blog. Cumprimentos Helena

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Helena! Sim, esse efeito shedding é perfeitamente normal. Comecei a tomar há pouco tempo o minoxidil oral e esse efeito durou cerca de 1 mês e meio. Mas agora tenho imenso cabelo novo a nascer. É um pouco chato, mas é sinal de que o medicamento está a ser eficaz. Não deves parar até ver os resultados. 😉 Um beijinho! Joana

  4. Maria diz:

    Olá, Joana, Podes recomendar-me um bom dermatologista (com diferenciação em Tricologia) no Porto? Ficar-te-ia muito grata.

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Maria, claro que sim. Tens a Dra. Filipa Ventura no Porto. Um grande beijinho, Joana

  5. Mónica diz:

    Olá Joana, gostaria de saber se lava o cabelo todos os dias, estou numa fase em que comecei a usar o minoxidil tópico em apenas uma zona da cabeça, e acho que o cabelo fica demasiado pastoso nessa área, disseram-me que não precisava dele lava-lo todos os dias, mas sinto um incomodo.
    Obrigada pela sua partilha

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Mónica. Sim, lavo o cabelo todos os dias, por conselho do dermatologista (tenho as raízes oleosas). A adicionar o facto de que aplico minoxidil tópico todas as noites, tenho mesmo de o lavar. As lavagens diárias não representam qualquer problema para a saúde do cabelo. Podes usar um champô de frequência e não esqueças de colocar condicionador a cada lavagem. Um beijinho! Joana

  6. Tânia diz:

    Olá Joana. Gostaria imenso de entrar em contato consigo, também sofro de queda de cabelo, eflúvio crónico, a minha médica acha que também seja AA. Não tenho redes sociais, será que podíamos falar por e mail? Gostaria de lhe colocar alguma questões e falar lhe de tratamentos que já fiz. Um beijinho

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Tânia, podes enviar-me um email para hello@beautyst.pt. Mas estás a ser acompanhada por uma dermatologista? E em consulta de cabelo? Isso é o mais importante. Há muitos tratamentos diferentes, mas tem de ser o médico a avaliar, e claro, para cabelo tem de ser o dermatologista a indicar e a fazer as reavaliações. Nesta fase estou a demorar algum tempo a conseguir responder, são várias centenas de contactos por semana… Um grande beijinho, Joana

  7. Rita diz:

    Olá Joana.

    Parabéns pela página e pelo post.

    Uma pergunta, reparei que o Dr. Rui Oliveira Soares é a referência, no entanto, na zona do Porto, há algum médico de igual referência?

    Muito obrigada pela sua partilha.

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Rita! Sim, tens por exemplo a dermatologista Dra. Filipa Ventura. Um grande beijinho! Joana

  8. Rita diz:

    Olá Joana,

    Uso minoxidil tópico e faço cronograma capilar há uns 3 anos. Tenho andado a estudar a opção de fazer low pois mas a verdade é que não percebo se posso fazer usando o minoxidil. Não encontro informação em nenhum lado. Tens ideia se o método é compatível?

    Beijinhos

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Rita! Desculpa, não sei se percebi. Perguntas se o minoxidil é compatível com a técnica low poo? É isso? Beijinhos, Joana

  9. Miguel Sousa diz:

    Bom dia,

    Vi pelo post que está a usar o minoxidil oral. Não tendo qualquer experiencia com minoxidil e sendo homem pergunto: como se tem dado com o minoxidil oral? Efeitos secundários? melhor ou pior que o uso tópico?

    Obrigado
    Miguel

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Miguel, viva! Tenho tido uma excelente experiência com o minoxidil oral. Senti melhoras desde que comecei a tomar. Relativamente a efeitos secundários, senti um ligeiro aumento dos pelos faciais, mas nada de especial. Eu faço minoxidil tópico e oral para além de outros medicamentos. Na minha opinião o minoxidil oral tem a vantagem de não dar alguma descamação e sensibilidade no couro cabeludo. Mas como referi, o meu plano terapêutico combina minoxidil oral com o tópico para além de outros medicamentos, e controlo muito bem a saúde do couro cabeludo fazendo no mínimo três lavagens semanais com o champô Hexaphane Frequência. Um beijinho! Joana

  10. Mara Fragomeni diz:

    Olá Joana
    Com todo o respeito ao colega Dr Rui Oliveira Soares, tenho que discordar em relação à Flutamida.
    A Flutamida é medicação de primeira escolha para mulheres com alopecia por hiperandrogenismo feminino.
    Algumas pessoas não possuem uma enzima que metaboliza ou “digere” a Flutamida, e pode ter irritação hepática.
    O protocolo é dosar as transaminases antes do tratamento, com um mês, com três meses e no final com 6 meses.
    Se não resultou no seu caso, é porque a sua alopecia é por outra causa e não por hiperandrogenismo feminino.
    A flutamida está descontinuada mas não foi proibida. Pode ser manipulada.
    A finasterida e a dudasterida não tem aprovação do FDA para tratamento de alopecia em jovens, mas o médico pode utilizar por sua conta e risco.
    Não sei quem foi a Dra que lhe prescreveu a flutamida co espironolactona (também antiandrogenico) mas não tem nada de errado com a prescrição. Somente deveria ter feito o controlo hepatico.
    O Minoxidil não se usa oral pois é um hipotensão. Somente tópico.
    A dose ideal da espironolactona quando usada isoladamente não são 50 mas 150 mg.
    Eu sei que seu objetivo é ajudar as pessoas, mas cuidado com as informações que escreve, pois pode privar alguém que necessita da flutamida de não a utilizar por um receio.
    Fique bem

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Mara! Em primeiro lugar devo referir que este site é feito com todo o rigor, e que o Dr. Rui Oliveira Soares é uma referência em tricologia em Portugal, é dermatologista e Secretário Geral do Grupo de Tricologia da Sociedade Portuguesa de Dermatologia, logo, se vamos questionar aquilo que um dos maiores especialistas em cabelo em Portugal tem a dizer sobre este tema, então é razão para questionarmos tudo o que se lê na internet. Não fiz qualquer controlo hepático quando tomei a flutamida prescrita por outra médica (grave) e em Portugal os especialistas dermatologistas nesta área não utilizam flutamida por vários motivos (sendo os efeitos secundários hepáticos apenas um deles). Por outro lado, e como bem deve saber, a utilização off label é muito recorrente na área da medicina, e embora a finasterida e a dutasterida não estejam sequer indicadas na alopécia androgenética na mulher, são medicamentos seguros e muito eficazes (alvo de inúmeros “ataques” e fake news, discutidos em congressos da especialidade, pelos bons resultados que têm), utilizados em milhares de mulheres. Por outro lado, o minoxidil usa-se sim como medicação oral (há muito tempo já), é manipulado e é um tratamento eficaz e usado em Portugal, doseado de acordo com o doente e com a frequência de administração. A dose “ideal” de espironolactona depende do doente, não é possível determinar que 150 mg é a dose correta para todas as pessoas, até pelo historial clínico. Cabe-me passar informações de médicos especializados e referência na área, e é isso que irei continuar a fazer. Na área do cabelo há inúmeras abordagens, médicos que preferem determinado tipo de terapêuticas, determinado tipo de combinações de medicamentos e depois e infelizmente para muitas pessoas que têm problemas de cabelo, há abordagens pouco especializadas e que levam a anos de desespero, transplantes feitos quando nem sequer indicados, tentativa de demover o doente a fazer uma terapêutica eficaz para lhes ser indicado transplante e/ou tratamentos caros (que são tratamentos complementares e não de primeira linha). É um mundo, e como em tudo, há que saber escolher o profissional indicado para cada situação. Um beijinho, Joana

  11. Inês Vaz Pinto diz:

    Olá Joana,
    Eu sou seguida na Clínica Epidermis, pelo Dr. António Santos, porque tenho dermatite atópica.
    Tem feedback quanto ao trabalho dele na alopécia?
    Obrigada!
    Inês

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Inês, na Clínica Epidermis uma pessoa de referência na área do cabelo é a Dra. Filipa Ventura. Mas se já és seguida pelo Dr. António Santos, já abordaste com ele a questão da alopécia? Um beijinho

  12. Flora diz:

    Olá, Joana.

    Parabéns pelo blog, realmente excelente. Também utilizo o minoxidil oral há 4 meses e já senti melhoras imensas, meu cabelo está mais cheio, fora que também acho muito mais prático. Mudei-me recentemente a Portugal e não consegui encontrar o minoxidil nas farmácias. É preciso manipular ou existe a venda em farmácias, saberia me informar?

    Obrigada

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Flora! É preciso manipular sim e o médico deve prescrever a dosagem para manipular (é medicamento sujeito a receita médica). Em Lisboa recomendo por exemplo a Farmácia Aguiar. Um beijinho! Joana

  13. Flora Maravalhas diz:

    Muito obrigada, Joana!

    1. Joana Alvares diz:

      Um beijinho! 🙂

  14. Dalila diz:

    Olá Joana,
    Este comentário tem única e exclusivamente o intuito de agradecer.
    Fui diagnosticada com alopecia androgenética há cerca de 6 meses e na altura teve um impacto enorme na minha autoestima (ainda tem) e senti-me muito “sozinha”, pelo que é muito bom saber que não sou a única que passa por estas preocupações.
    Estou de momento a fazer tratamento medicamentoso com indicação da minha dermatologista e como sabemos os resultados demoram, mas vendo as indicações que deixa aqui no blog ajuda imenso e dá-me alguma esperança.
    Muito obrigada e tudo de bom.

    1. Joana Alvares diz:

      Muito obrigada pelo teu comentário! De facto é uma doença em que nos sentimos muito sozinhas! Tenho muita informação sobre cabelo aqui no site na categoria “Cabelo”, espero que te seja muito útil! Um grande beijinho, Joana

  15. Ines diz:

    Olá Joana! Estoua viver no estrangeiro e com a pandemia não sei quando vou conseguir voltar a Portugal, tinha programado ir em Janeiro e marcar consulta com o seu dermatologista, mas entretanto a sitaução em Portugal agravou-se e acabei por cancelar a viagem. Não sei se me pode dizer, mas acha que o Dr. Rui Oliveira Soares faz consultas virtuais nesta fase em que vivemos. Tenho alopécia androgenética e análises feitas ao sangue feitas ha 3 meses e gostaria de ter opinião de um especialista, pois aqui na Alemanha (Colónia e Düsseldorf) não tenho conseguido encontrar especialista na área do cabelo e coro cabeludo, que tanto eu como o meu namorado precisamos. A não ser que a Joana também conhece bons nomes nestas duas cidades ou se saber se o Dr. Rui Oliveira Soares tem alguma referência aqui! 🙂 Muito obrigada por tornar este tópico público e partilhar connosco a sua experiência.

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Inês, tenta confirmar com o Hospital Cuf Descobertas ou com a Clínica Dermochiado se o Dr. Rui está a fazer teleconsulta nesta fase. Um grande beijinho e obrigada pelo teu feedback, Joana

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