Transplante capilar – preço e a minha experiência

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Há 13 dias fiz o meu primeiro transplante capilar e uma das coisas que mais se pesquisa na internet nesta área é “transplante capilar preço” mas definitivamente o mais importante vou deixar escrito já no primeiro parágrafo deste artigo. Um transplante capilar é uma forma de repovoar uma zona com menos cabelo, mas o tratamento de primeira linha para uma calvície (ou alopécia androgenética) é o tratamento medicamentoso, sem o qual a calvície ou alopécia continua a evoluir. Por isso é de estranhar se numa abordagem a um transplante nos falarem apenas de transplante capilar e preço, promoções e outras estratégias de marketing e nos pedirem para deixar ou não fazer qualquer tratamento medicamentoso… Existem outros tratamentos, de que já falei aqui, mas são complementares (não em primeira linha!) e com menor eficácia que o tratamento medicamentoso, mais caros, e não substituem a terapêutica. De seguida vou explicar tudo sobre o micro transplante que fiz.

Micro transplante capilar – por que fiz?

Vamos por partes. Porque é que fiz um micro transplante capilar? Fiz o primeiro de um conjunto de cerca de 4 que serão feitos de 6 em 6 meses (o próximo está agendado para Junho de 2021). As razões estão explicadas neste artigo mas sobretudo porque após a minha alopécia androgenética ter sido detetada já tarde, porque cheguei ao médico certo só depois da minha primeira gravidez (a alopécia já tinha 10 anos de evolução), com a medicação eu consegui recuperar IMENSO cabelo, mas sempre tive a zona frontal com menos de cabelo. Isto limita os penteados, deixa-me esta zona mais visível quando tomo um banho de mar ou piscina (ou com vento) e, na verdade, quero sentir-me melhor comigo mesma. O transplante capilar é muito para além do preço em si, é mesmo algo que pode ajudar a sentirmo-nos mais felizes.

Transplante capilar e preço – é o mais importante?

Claro que não. Em primeiro lugar há muitas pessoas que não têm indicação para transplante, sequer! Ponto número dois: o transplante não é a cura milagrosa da calvície – como expliquei no início, uma pessoa que faça um transplante e que não faça medicação para a calvície, irá continuar a perder densidade capilar. Ponto número 3: o transplante não deveria ser apresentado ao paciente como a única alternativa ou como a “campanha do dia”, nem devia ser dito à pessoa para não fazer tratamento medicamentoso, isso é clinicamente errado e infelizmente recebo muitos feedbacks destes, de casos desastrosos, de má prática clínica, promoções e campanhas que são oferecidas na hora para pressionar. Para fazermos um transplante não devemos ser pressionados a aceitar! Fico muito incomodada quando me contam estas histórias. Transplante capilar e preço também não devem ser as coisas mais importantes a pensar – se ainda por cima são oferecidas outras técnicas menos eficazes e caras (como a mesoterapia, PRP, etc… de que já falei aqui), devemos ter o sentido crítico de avaliar se estamos a ser “enrolados” num esquema de angariação de cliente – a medicina não é isto! Por isso confio na prática clínica do meu dermatologista, Dr. Rui Oliveira Soares. O Dr. Rui Oliveira Soares é dermatologista e Secretário Geral do Grupo de Tricologia da Sociedade Portuguesa de Dermatologia.

Micro transplante capilar e transplante capilar – indicações e diferenças

Porque fiz um micro transplante capilar (ou micro sessão de transplante de cabelo), que difere nalgumas questões do transplante “normal”, pedi ao meu dermatologista, Dr. Rui Oliveira Soares, com quem fiz este micro transplante, no Hospital Cuf Descobertas, para nos explicar as diferenças:

Quais as desvantagens de uma sessão de transplante “normal” com grande quantidade de enxertos (folículos transplantados)? O maior tempo de cirurgia acarreta: 1) menor sobrevivência dos enxertos; 2) maior quantidade de anestésico, com consequente maior risco de arritmias; 3) mais edema pós-operatório; 4) maior risco de complicações; 5) comprometimento de futuras sessões, por diminuição de elasticidade (se transplante FUT) ou por diminuição da densidade na área dadora (se transplante FUT) e 6) grande alteração da imagem do paciente. (as diferenças entre transplante FUT e FUE estão explicadas neste artigo).

Qual a principal vantagem das sessões grandes (transplantes “normais”)? É permitir tratar uma área grande em apenas um procedimento, o que comercialmente é tentador – maior diferença pré / pós transplante – e permite menor tempo de interrupção laboral, desportivo e social.

Quais as indicações para um micro transplante? Uma micro sessão de transplante pode estar indicada:

  1. Se a área a tratar é pequena, como por exemplo, no transplante de sobrancelhas, correção de cicatrizes da barba e couro cabeludo, alopécia cicatricial primária (por exemplo por alopécia frontal fibrosante) muito limitada espacialmente.
  2. Se a área dadora é má (o meu caso, com pouca densidade e fios finos) já que neste caso uma intervenção de muitas unidades pode impossibilitar transplante no futuro, habitualmente necessário nalguns casos para poder acomodar a evolução da alopécia androgenética.
  3. Se pretendemos que não exista uma abrupta alteração de imagem, que é desejo comum e sobretudo em figuras públicas.
  4. Se tratamos fases iniciais da alopécia androgenética, é interessante preservar ao máximo a área dadora para possibilitar futuros procedimentos.
  5. Se, por doenças do paciente (diabetes, arritmias, insuficiência cardíaca, etc.) se quer reduzir o risco de infecção e o risco anestésico.

Qual a diferença entre um micro transplante e um transplante “normal”? A diferença principal é o número de unidades foliculares implantadas. Podemos considerar uma micro sessão até 800 unidades, uma sessão média de 800 a 2000 unidades, uma mega sessão entre 2000 e 4000 unidades, e uma giga sessão mais de 4000 unidades foliculares.

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Transplante capilar, recuperação e resultados

Quanto tempo de recuperação é necessário? Ao fim de quanto tempo a pessoa pode ir trabalhar? Se se tratar da área da coroa, pode-se trabalhar de imediato e socialmente não há impedimentos. Se se tratar da área frontal, o edema palpebral e as micro-crostas na área implantada condicionam socialmente durante 6 dias, embora não impeçam de trabalhar. Pode lavar-se a cabeça logo no dia seguinte à intervenção. Deve evitar-se exercício físico intenso pelo menos 10 dias.

É eficaz? Os resultados são duradouros? O resultado de um transplante em couro cabeludo sem doença é sempre eficaz e duradouro, já que os folículos implantados têm programação genética que evita o fenómeno de miniaturização, que é o que conduz à calvície. É, no entanto, necessário, ter uma expectativa adequada, na medida em que estamos a transplantar apenas algumas centenas de folículos (a parte de cima da cabeça de uma pessoa sem calvície tem cerca de 70.000 folículos).

Transplante capilar e preço

Micro transplante capilar, qual o preço? É variável dependendo da situação concreta do paciente, bem como em que país e em que clínica é realizado. Para a nossa realidade um valor médio de um micro transplante será 1.500 euros, entre 300 e 800 unidades foliculares, e o preço é sempre igual pois implica pacote de sala de bloco e 5 pessoas a trabalhar (valores indicados pelo Dr. Rui Oliveira Soares para o Hospital Cuf Descobertas).

Transplante capilar “normal”, qual o preço? Uma sessão média, em que são transplantadas 800-2000 unidades o valor será 2.600 euros. Não fazemos sessões mega e giga por acharmos que envolvem maior risco anestésico e cirúrgico – preferimos fazer 2 sessões médias que uma mega.

Transplante capilar, grau de alopécia e queda do cabelo transplantado

Qualquer pessoa com alopécia pode fazer este procedimento? Em qualquer grau de alopécia? Sim, mas para alguém que necessite um número grande de folículos fazer micro sessões terá sempre, no final, um custo associado mais elevado do que se efetuasse sessões maiores. Por esse motivo, a menos que exista indicação para micro sessão (ver atrás as indicações), prefere-se a sessão média na maioria de casos.

O cabelo transplantado pode cair? Em toda a sessão de transplante a maioria do cabelo transplantado cai nos meses seguintes (semelhante à queda pós-parto, por exemplo). A partir do 4º ou 5º mês reaparece e é para sempre, a menos que exista no futuro algum dano destrutivo do folículo (traumatismo, radiação, quimioterapia, doença cicatricial do couro cabeludo, etc).

Em quanto tempo é possível ver resultados? Quanto tempo demora até o cabelo transplantado ganhar comprimento? O nosso cabelo cresce, em média, 0,3mm/dia. Como o cabelo transplantado que caiu reaparece ao 5º mês, um ano após o transplante os cabelos poderão ter um comprimento médio de 6 cm. Claro que isto é variável de pessoa para pessoa, mas podemos dizer que a um ano já existe, habitualmente, um bom resultado. Alguns pacientes têm alguns folículos mais “preguiçosos” e têm ainda melhora significativa até 2 anos após o procedimento.

Qualquer pessoa é boa candidata tendo em conta a zona dadora? Todas as semanas desaconselho pacientes a fazer transplante devido a má zona dadora (sei que lhes farão o transplante em outras clínicas, mas ficarão sempre insatisfeitos). Em toda a cirurgia a ponderação do benefício relativamente ao risco e ao custo deve ser efetuada, de forma ética, pelo cirurgião.

Deixa marcas visíveis? Não há transplantes sem cicatrizes. O transplante FUE deixa centenas ou milhares de micro-cicatrizes circulares em toda a área em que foi efetuada a colheita. O transplante FUT (a que fiz) deixa cicatriz linear muito pouco visível devido à técnica de sutura tricofítica, que permite o irromper de cabelos através da própria cicatriz. Quer uma técnica, quer outra, se bem efetuadas, permitem que as cicatrizes na área dadora não se notem.

Transplante capilar e cuidados antes e depois

Cuidados de preparação e pós procedimento? No micro transplante as indicações dadas pelo Dr. Rui são semelhantes aos transplantes “normais”. No dia do transplante tomam-se as refeições de acordo com as indicações do médico. No pós transplante, é normal: inchaço que desfigura a face, sobretudo as pálpebras, entre o 2º e o 7º dia. Ajuda massajar a testa de dentro para fora e estar deitado de barriga para cima. A área recetora ficará alguns dias com micro crostas. E haverá dor ligeira na área dadora (atrás), mas a pessoa estará medicada e tomará medicação analgésica prescrita pelo médico para os dias seguintes.

Não se deve fazer exercício intenso, pintar ou cortar o cabelo, frequentar piscina ou expor-se diretamente ao sol durante 2 semanas.

Cuidados com a área recetora: Dormir evitando contacto com a área implantada. No dia da intervenção não se deve lavar o cabelo. No 2º dia à noite deve lavar-se com champô, suavemente, sem pressão dos dedos. Nos dias 3-5 deve fazer-se uma lavagem suave de manhã e à noite. Do 6º dia em diante lavar como habitualmente. Se persistirem crostas podem manter-se as 2 lavagens por dia e colocar-se óleo de amêndoas doces 5 minutos antes da lavagem.

Não se deve usar minoxidil tópico e outros eventuais cuidados de couro cabeludo durante duas semanas. Deve manter-se sempre a medicação oral para a alopécia androgenética.

Rui Oliveira Soares (dermatologista)

A minha experiência com o micro transplante

Se eu soubesse o que sei hoje não teria andado tão nervosa umas noites antes! O micro transplante correu super bem, estive sempre muito tranquila. De manhã tomei o meu pequeno almoço como habitualmente. O procedimento estava marcado para as 10h30 e ao chegar ao Hospital Cuf Descobertas vesti uma roupa de bloco que me deram, guardei todos os meus pertences num cacifo com chave e fui de imediato encaminhada para medir a tensão arterial, tomar um analgésico e um medicamento para fazer baixar a tensão (necessário para o procedimento). Não foi necessário o ansiolítico pois já tinha tomado em casa e por isso estava bastante tranquila. Também tomei um ansiolítico na noite anterior para dormir bem pois andava um pouco nervosa, e de facto foi o melhor que fiz.

De seguida dirigi-me ao bloco, onde fui sempre muito bem acompanhada pela equipa médica e de enfermagem liderada pelo Dr. Rui Oliveira Soares. Primeiro o Dr. Rui esteve a ver a zona dadora e identificou o local de onde iria retirar os folículos. Rapa-se esta zona, mas não há preocupação, pois irá ser cosida e não se vai notar posteriormente. Foi depois administrada a anestesia local na zona de colheita utilizando simultaneamente um objeto que faz umas pequenas vibrações, o que ajuda a disfarçar a potencial dor nos locais de anestesia (não me incomodou). Já com a zona completamente anestesiada fez-me uma incisão para recolher uma tira fina de pele que tem inúmeros folículos. Ao retirar essa tira de couro cabeludo sente-se uma pressão mas zero dor. O Dr. Rui brincou e disse que era um beijinho de uma águia (e assim pareceu, uma sensação de arrastar no couro cabeludo mas sem dor).

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Zona dadora depois de ser rapada

 

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Anestesia da zona dadora

 

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Obtenção da microfaixa de pele com unidades foliculares

Depois da recolha, um grupo de enfermagem trata da recolha dos folículos. Enquanto isto aconteceu, o que deve ter demorado uns 30 minutos, deitei-me ao contrário, de barriga para cima, já com a zona de trás suturada (eu não senti nada pois estava tudo anestesiado).

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Dissecação das unidades foliculares

 

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Ferida operatória antes de suturada

 

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Início da sutura

 

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Sutura reabsorvível

Depois muito calmamente o Dr. Rui Oliveira Soares foi colocando os folículos um a um na zona recetora, mesmo à frente, que entretanto também foi anestesiada da mesma forma que a zona de trás. O procedimento foi tão tranquilo, que estivemos o tempo todo a conversar, eu estava muito calma, o que me surpreendeu bastante! No total foram transplantadas algumas centenas de folículos, no procedimento que demorou cerca de 2 horas.

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Área recetora (a linha roxa define o total da zona que receberá os folículos no final dos vários microtransplantes)

 

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Implantação dos folículos

 

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Unidades foliculares implantadas no final (as duas zonas ao lado serão preenchidas das próximas vezes)

No final levantei-me tranquilamente, o Dr. Rui veio ter comigo numa outra sala, deu-me todas as indicações, prescreveu-me os medicamentos que tinha de tomar no pós procedimento (analgésico e antiobiótico de 3 dias) e o tratamento habitual da alopécia androgenética que não deixa de se fazer.

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Eu e o Dr. Rui Oliveira Soares no final do procedimento

Depois dirigi-me de novo ao cacifo, vesti a minha roupa (aconselho que se leve algo que não seja necessário de enfiar pela cabeça, é melhor uma camisa ou blusa que se possa abrir e casaco de malha por exemplo) e o meu marido veio buscar-me ao hospital para me levar para casa. Nos primeiros dias pós transplante tive algumas dores na zona de trás, mas tomei sempre o analgésico prescrito (era de 6 em 6 horas e depois fui reduzindo) e a partir do 6º dia deixei de tomar analgésico pois deixei de sentir quaisquer dores. Dormi sempre de lado, como habitualmente, e tive o cuidado de não dormir de forma a tocar com a zona dadora ou recetora na almofada. Dormi sempre muito bem. Entre o 2º e o 3º dia tive alguma deformação na testa e pálpebras como estava previsto, mas ao 4º dia o rosto voltou ao normal. Ia massajando o rosto com os dedos e com a Íris da Foreo (esta) para drenar, sempre de dentro para fora. Quanto à zona recetora, ficou com umas crostas, que começaram a cair sozinhas a partir do 6º dia.

Ao 5º dia fui fazer consulta de revisão do transplante: tudo estava a sarar muito bem e o Dr. Rui disse para manter os cuidados que me referiu após o procedimento e que nos voltaríamos a ver depois de alguns meses.

Lavar o cabelo foi um desafio nos primeiros dias, lavei sempre sem fazer pressão, com champôs que enxaguam muito bem e cuidam do couro cabeludo, como é o caso do Anaphase+, do Trikare C, do Nioxin (falei aqui) ou do Hexaphane Frequência. Não consegui fazer cronograma capilar, mas mantive o condicionador em todas as lavagens, usando o condicionador Anaphase+ por deixar o cabelo bem hidratado sem ser preciso enxaguar muito.

Neste momento, e passados 13 dias

Neste momento, 13 dias depois do procedimento, já passou a vontade de coçar a zona da sutura, e a zona das crostas na zona recetora (natural no processo de cicatrização), e é importante não tocar, para que tudo corra bem. Já se vêem os “novos” cabelos a crescer e vão deixar a zona mais composta, sem dúvida. Neste momento ainda não consigo aferir por completo os resultados, uma vez que os cabelos ainda estão pequenos, mas é muito bom poder contar com mais cabelos nesta zona, onde dificilmente com a medicação eu teria mais resultados.

Os pontos interiores da sutura são reabsorvidos e os exteriores caem, por isso não tenho de tirar pontos. O meu feedback é bastante positivo, e acima de tudo, sinto-me muito bem acompanhada. O Dr. Rui é muito sério no seu trabalho e a indicação para fazer micro transplante claramente faz sentido numa das questões que foi descrita atrás para este tipo de procedimento (relacionada com a zona dadora). Quando pensarmos num transplante capilar e preço, o mais importante é sabermos que estamos perante um profissional sério, que apenas indica o procedimento quando necessário (pode nem haver indicação!) e que irá acompanhar bem o paciente durante todo o processo, sem falsas promessas.

 

Tinhas ideia que o processo de transplante capilar seria assim? Já fizeste um transplante capilar? Qual a tua experiência?

 

Fotografia do procedimento: por impedimento de presença de fotógrafos no bloco durante esta altura de COVID, as fotografias foram gentilmente tiradas e cedidas pela equipa presente no bloco do Hospital Cuf Descobertas

Fotografias iniciais (2): Márcia Soares

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6 comentários

  1. Isabel Gomes diz:

    Boa Noite Inês tb já fiz um transplante mas estou neste momento voltar a estaca zero

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Isabel! O transplante por si não resolve uma alopécia androgenética. Estás a fazer tratamento medicamentoso? Por que dizes que estás a voltar à estaca zero? Um beijinho, Joana

  2. Isabel Gomes diz:

    Olá Inês não estou a fazer tratamento medicamentoso, nem me deram qualquer tipo de tratamento a seguir ao transplante ,dizem que o cabelo transplantado não cai mas isso não é verdade estou com muita falta de cabelo e com muita queda, graças ao seu blog descobri o dr Rui Soares vou fazer uma consulta com ele no princípio de Janeiro .
    Espero que tudo corra bem contigo bjs e um Feliz Natal com muita saíde

    1. Joana Alvares diz:

      De facto o tratamento medicamentoso é essencial! As informações que te deram não tiveram isto em conta, e é pena. Ainda bem que terás a consulta com o Dr. Rui Oliveira Soares em Janeiro. Um grande beijinho e um bom ano! Joana

  3. Isabel Gomes diz:

    Boa Noite Joana agora é que reparei que a tenho tratado por Inês peço desculpa enganei-me.
    Tenho consulta marcada para a primeira semana de Janeira ,vamos ver se o drº Rui ainda salva alguns cabelitos ,obrigada pelo seu bloog um bom Ano com saúde bjs

    1. Joana Alvares diz:

      Sem problemas, Isabel! 🙂 Grande beijinho e um Bom Ano!

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