Quando a falta de cabelo é uma doença

Quando a queda de cabelo é uma doença

Se há assunto de que vou falar bastante por aqui, é este, o meu cabelo! Eu adorava ter nascido com outro cabelo. A sério. A falta de cabelo começou a notar-se quando eu era bastante jovem. Infelizmente, desde a minha adolescência, que tenho uma doença chamada alopécia androgenética. Conheces? Esta doença faz com que o cabelo fique cada vez mais fino, menos denso e escasso. Embora seja muito comum em homens também afeta muitas mulheres. Muitas mais do que se imagina. Quando a falta de cabelo é uma doença, há que tratar.

Quando a queda de cabelo é uma doença

Uma doença que começou cedo

Desde os meus 14 – 15 anos que notei que o cabelo estava a ficar cada vez mais fino, no topo da cabeça e o couro cabeludo cada vez mais visível. Isto marcou-me imenso, numa altura em que não é suposto haver estes problemas. Para mais numa rapariga. Eu não conhecia ninguém assim! Percebi que o assunto estava a ficar complicado quando os meus amigos de escola me começaram a dizer que o meu cabelo não parecia estar bem, que largava cabelos em todo o lado e que parecida estar a ficar muito fino. Eu fiquei apavorada e tentei esconder este problema durante anos das mais variadas formas. Lembro-me de não gostar de me ver ao espelho e de ter uma relação bastante negativa com a minha imagem.

Que soluções?

Usei todo o tipo de champôs volumadores e antiqueda, espumas para criar a sensação de mais cabelo, ampolas dos mais diversos tipos, fiz madeixas para a raiz ficar mais clara e notar-se menos o contraste com o couro cabeludo. Cortei o cabelo curto, à rapaz. Tomei vitaminas e suplementos. Mas nada parecia resolver. Lembro-me de cada pessoa e cada comentário feito ao meu cabelo, desde essa altura. Isto afetou tanto a minha auto-estima que houve uma fase em que me senti inferior às outras pessoas. Eu não era normal aos olhos dessas pessoas e aos meus olhos também deixei de me sentir normal.

Quando a queda de cabelo é uma doença

Um dia que mudou a minha vida

Felizmente, conheci o dermatologista que me acompanha, o Dr. Rui Oliveira Soares, há cerca de 10 anos. Na altura estava no terrível período pós-parto, em que o cabelo cai horrores, e decidi tentar resolver este problema. Quando ele me viu na 1ª consulta e me disse que tinha a certeza que eu ia melhorar, fiquei mesmo muito feliz!

Tens problemas de cabelo? Como fazes para minimizar a situação?

Fotografia: Yellow Savages

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2 comentários

  1. Maria diz:

    Boa tarde e obrigado por escrever este blog sobre um assunto ainda tão pouco falado.
    Desde muito cedo que notei queda de cabelo e o cabelo parecia ficar cada vez mais fino. Descobri sobre o Dr Rui Oliveira Soares no seu blog e marquei consulta para ele que me diagnosticou com eflúvio telogenico e alopecia androgenetica. Como estava na altura a tentar engravidar ele disse que só poderia iniciar o tratamento após a gravidez com finasterida e minoxil.
    Estou à espera de bebé , que nasce em novembro, mas há muito poucas vagas e infelizmente só consegui nova consulta para Janeiro.
    Sabe se a seguir ao bebé nascer se costuma logo iniciar o tratamento com finastetida e monoxil a seguir ao bebé nascer?
    E se quiser ter mais filhos há algum problema em iniciar o tratamento? Obrigado e desejo lhe muita sorte e que continue a ajudar nos com o seu blog

    1. Joana Alvares diz:

      Olá Maria, antes de mais fico muito feliz por este projeto poder ajudar-te. Deves mesmo falar com o Dr. Rui antes de iniciar tratamento. Não iniciei logo, mas isto foi há quase 10 anos, e é o meu caso individual. A medicina é individualizada pelo que não poderei mesmo ajudar-te neste sentido. Podes ter mais filhos sim. É só uma questão de parares o tratamento nas datas e intervalos indicados pelo dermatologista. Um grande beijinho, Joana

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